Este Blog tem o objetivo de divulgar as atividades feitas pelos alunos do Colégio Estadual Princesa Isabel- Araruna - PR, na disciplina de Língua Portuguesa. Seja nosso seguidor, identifique-se, deixe seu recado, sugestão ou crítica. Boas idéias são sempre bem vindas.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Atividades 3 ano noturno
Pesquise e responda as questões sobre "artigo de opinião"
a) O que é um artigo de opinião?
b) Qual a intenção/objetivo de um artigo de opinião?
c) Qual a estrutura de um artigo de opinião? (Como é escrito)
d) Leia nesse blog postagem de 18/06/2013 e escolha 2 questões polêmicas para dar sua opinião com justificativa;
Agora salve tudo num doc. e mande por e-mail para professora
profanaliteratura@seed.pr.gov.br
terça-feira, 18 de junho de 2013
Questões polêmicas
Questões polêmicas
a) Fumar o narguilé faz mal? Vicia como cigarro? Menores de 18 anos devem fumar o narguilé?
b) Como evitar o bullying na escola? Quais medidas deveriam ser tomadas contra aqueles que praticam bullying?
c) Por que alcoolismo entre os jovens vem aumentando? O controle de bebidas alcoolicas deveria ser mais rigoroso com jovens menores de idade? Por que os adolescentes começam a beber tão cedo?
d) Mesmo com tanta informação, por que o uso de camisinha não é popular entre os adolescentes? Por que os casais não usam o preservativo regularmente para evitar uma gravidez indesejada ou uma DST?
e) Namorar ou ficar? Qual a diferença entre essas duas formas de relacionamento? Existe diferença entre homens e mulheres no que se refere ao"ficar"?
f) Você é contra ou a favor dos investimentos para trazer grandes eventos esportivos para o Brasil: a Copa, as Olimpíadas etc ? Há mais pontos positivos ou negativos?
g) A maioridade penal deve passar de 18 anos para 16 anos? Quais as vantagens e desvantagens disso?
h) O Brasil hoje está progredindo ou não? O que melhorou ou piorou nos últimos meses?
b) Como evitar o bullying na escola? Quais medidas deveriam ser tomadas contra aqueles que praticam bullying?
c) Por que alcoolismo entre os jovens vem aumentando? O controle de bebidas alcoolicas deveria ser mais rigoroso com jovens menores de idade? Por que os adolescentes começam a beber tão cedo?
d) Mesmo com tanta informação, por que o uso de camisinha não é popular entre os adolescentes? Por que os casais não usam o preservativo regularmente para evitar uma gravidez indesejada ou uma DST?
e) Namorar ou ficar? Qual a diferença entre essas duas formas de relacionamento? Existe diferença entre homens e mulheres no que se refere ao"ficar"?
f) Você é contra ou a favor dos investimentos para trazer grandes eventos esportivos para o Brasil: a Copa, as Olimpíadas etc ? Há mais pontos positivos ou negativos?
g) A maioridade penal deve passar de 18 anos para 16 anos? Quais as vantagens e desvantagens disso?
h) O Brasil hoje está progredindo ou não? O que melhorou ou piorou nos últimos meses?
Artigo de opinião 3
Além
da Manifestação: uma opinião sobre os protestos em São Paulo
Briga de rua não é igual à exibição de capoeira
Flávio Ferrari
A polícia
que chegou atirando sem razão até em quem estava fotografando o evento. Claro
que, como acontece nas concorrências públicas, as autoridades podem alegar
"falhas no processo seletivo". Manifestantes não deveriam quebrar,
policiais não deveriam bater, mas briga de rua não é igual a exibição de
capoeira.
O
"povo" está insatisfeito e tem milhares de razões para isso. A lua de
mel acabou e, como numa briga de casais num relacionamento desgastado, qualquer
tubo de pasta de dente destampado é motivo. Já ouviram falar na "teoria
das janelas quebradas" (de Wilson e Kelling)? Atos de vandalismo (que
incluem colocar fogo em pessoas com menos de R$ 100) e criminalidade estão
aumentando também porque a impunidade dos políticos está escandalosamente
exposta, e o nosso "governo" parece uma construção abandonada com
janelas quebradas, convidando-nos a atirar pedras.
Vandalismo
inspira vandalismo. Violência inspira violência. Se o governo deseja
"ordem" e "manifestações pacíficas", deve começar punindo
com elegância as dezenas de vândalos do erário público cujos atos notórios
inspiram os baderneiros e criminosos.
Os
jovens, que vinham sendo criticados por não participarem do sistema, resolveram
participar. Por enquanto, são apenas alguns milhares, defendendo a primeira
causa que lhes foi oferecida. Mas não se enganem. Os "líderes" do
movimento podem até pensar que estão "manobrando" esses jovens. Na
realidade, são eles que estão se aproveitando dos "lideres" para
iniciar um movimento de protesto contra o sistema que não deverá parar por aí.
Bater na
população não irá conter a insatisfação. Irá, isto sim, legitimar e estimular
os protestos. A decisão política de conter a manifestação com violência terá um
alto preço para o governo.
Artigo de opinião 2
15/06/2013
às 17:23
Protesto
pacífico no DF é reprimido com bombas de gás, spray de pimenta e balas de
borracha. Cadê José Eduardo Cardozo? Ou repressão promovida por petista é poesia
de resistência?
Um grupo de 500 pessoas
decidiu organizar um protesto — ATENÇÃO, PACÍFICO!!! — em frente ao estádio
Mané Garrincha, em Brasília, que abriga o jogo de abertura da Copa das
Confederações. A Polícia do Distrito Federal, governado pelo petista Agnelo
Queiroz, desceu o sarrafo: cassetete, bombas de gás lacrimogênio, balas de
borracha, spray de pimenta e 25 pessoas presas. Regra de três simples: se 500
rendem 25 presos, quantos teriam sido se houvesse 5 mil, como em São Paulo?
Resposta: 250! Ou por outra: a PM do Distrito Federal prendeu mais gente,
proporcionalmente, do que a de São Paulo no protesto de quinta, quando 230
foram detidos. Diferença fundamental: o protesto de Brasília era realmente
pacífico. Os manifestantes não portavam lança-chamas, paus, pedras, nada disso.
Só palavra. Foram duramente reprimidos. Um dele foi atropelado por uma
motocicleta da polícia e preso em seguida. José Eduardo Cardozo, cadê você?
Estão começando a
pipocar país afora manifestações contra o uso de dinheiro público na Copa do Mundo. O mote é mais ou menos este: “Da
Copa eu abro mão, quero dinheiro para saúde e educação”. Essa relação não é assim tão
direta, mas é um jeito de ver o mundo. Seria esse protesto uma variante de um
mesmo e difuso mal-estar, que incluiria em seu repertório o protesto contra a
elevação das tarifas de ônibus? Tenho dificuldades de lidar com esferas de
sensações a conduzir a história. Parece-me que são protestos com origens
distintas e, fica evidente, com formas igualmente distintas de expressão. A
Avenida Paulista abrigou manifestação com conteúdo idêntico: pacífica e serena.
Ninguém portava armas ou buscava confronto com a polícia.
Muito bem! Movimentos
organizados, que usam com destreza as redes sociais, se encarregaram de
transformar os episódios de São Paulo num caso de lesa democracia, como se não
coubesse à polícia reprimir quem vai para as ruas para o tudo ou nada. A
repercussão cresceu exponencialmente quando a militância petista entrou na
parada, como se o protesto, originalmente, não tivesse como alvo, principalmente,
a política de transportes do prefeito Fernando Haddad, que é do partido.
Os episódios do
Distrito Federal — e também há pessoas feridas com balas de borracha
—certamente terão repercussão bem menor. O petismo se encarregará de tentar
abafá-los nas redes sociais, embora, reitero, as ações sejam incomparáveis. Até
agora, os que protestam contra o uso de recursos públicos na Copa do Mundo não
apelaram à linguagem da violência. E espero que não o façam.
PS – Vamos ver que tratamento as TVs darão à
questão.
Por Reinaldo Azevedo
Artigo de opinião 3A
O que a
Copa de 2014 representa para o Brasil
* Por
Robson Calil Chaar, sócio da Deloitte e um dos responsáveis pelo grupo
multidisciplinar
dedicado ao “Projeto Copa do Mundo 2014”.
A Copa do
Mundo de 2014 é nossa e já começou. Ela coloca em jogo nada menos do que a
capacidade de todo um país se organizar para tornar realidade as oportunidades
que um evento dessa magnitude propicia não apenas a
o
esporte, mas à economia, à sociedade e ao futuro da nação. As cifras envolvidas
na realização de uma Copa do Mundo impressionam e dão uma ideia da dimensão dos
negócios que podem ser gerados e revertidos em lucro e desenvolvimento.
Mais
importante do que os estádios são todas as atividades complementares, como obras
de infraestrutura, preparo do capital humano e planejamento dos eventos a serem
realizados em torno dos encontros esportivos. A mobilização deve ser bem
direcionada e envolver governos, investidores privados e, obviamente, a
Confederação Brasileira de Futebol (CBF), além de todos aqueles que, de alguma
forma, participarão do evento.
Se o
propósito é construir um legado, é preciso pensar no uso das instalações após o
evento. É preciso desenvolver empreendimentos de infraestrutura e de esportes pensando
na viabilidade econômica para o futuro. O conceito de arenas com múltiplas funções,
conciliando esportes, entretenimento e serviços diversos e um bom exemplo
disso.
Os
estádios hoje no Brasil são pouco utilizados e têm infraestrutura e tecnologia
defasadas. Os empreendimentos podem ter investimento e operação privados,
garantindo um melhor aproveitamento dos projetos após a Copa.
A Copa do
Mundo de 2014 também entrará para a história como a primeira a
Estabelecer
parâmetros ecológicos e sociais a serem cumpridos
por governos e empresas privadas que participem de sua organização . É o que a
FIFA chama de “green goal” (gol verde), criado para marcar a preocupação com o
meio ambiente e a sustentabilidade na realização de grandes eventos.
Entre as
exigências “verdes” da FIFA, que deverão ser obrigatoriamente seguidas pelo
Brasil, estão a criação de programas de reutilização, reciclagem e redução do lixo
e a neutralização de todo o carbono produzido no evento.
A lição
deixada pela maioria dos países que sediara m grandes eventos esportivos, como
Copa do Mundo ou Olimpíada, mostra ao Brasil que quem começa antes e se planeja
bem ganha mais. E é isso o que as cidades eleitas precisam fazer agora.
A
Deloitte oferece serviços nas áreas de Auditoria, Consultoria Tributária,
Consultoria em Gestão de Riscos Empresariais, Corporate Finance, Consultoria
Empresarial, Outsourcing, Consultoria em Capital Humano e Consultoria Atuarial
para clientes dos mais diversos setores.
http://www.deloitte.com/assets/Dcom-
Brazil/Local%20Assets/Documents/artigoopiniEoCopa202014.pdf
domingo, 16 de junho de 2013
Produção de texto: Concurso de redação Senado Federal
Pesquise os itens e responda, depois mande para
o e-mail da professora.
a)
O que é cidadania?
b)
O que é democracia?
c)
Na sua opinião, como o jovem pode ter participação cidadã na
democracia?
d)
Agora escreve um texto dissertativo-argumentativo
com o tema:
“Buscar voz para ter vez:
cidadania, democracia e participação.”
Mínimo 20 máximo 30 linhas,
aproveite o que você respondeu nas perguntas acima para redigir seu texto.
Não esqueça do título!
terça-feira, 11 de junho de 2013
Recorte e cole as orações na ordem correta para que formem parágrafos coerentes e coesos:
a a) O verde e o amarelo foram introduzidos em nossa
bandeira
A bandeira brasileira ganhará uma nova estrela
porque o
Brasil era uma colônia portuguesas.
A
bandeira tem uma relação tão forte com a nação
As primeiras bandeiras brasileiras eram as mesmas de Portugal
se um novo estado for criado.
depois que o Brasil se tornou independente.
que
mudanças políticas costumam resultar em mudanças na bandeira.
b) E se... não usássemos roupas?
Seríamos mais parecidos uns com os outros, já que toda a
diversidade aparente da espécie humana – cor da pele, dos olhos ou dos cabelos
– são meras adaptações ao clima. [...]
Celso Miranda e Adriano Sambugaro. Revista Superinteressante, São Paulo, Abril, out. 2002.
Celso Miranda e Adriano Sambugaro. Revista Superinteressante, São Paulo, Abril, out. 2002.
Das peles de animais ou das folhas de parreira até a poderosa indústria da moda, as roupas contam uma história tão antiga que remonta ao início da espécie humana.
Ao migrarem para regiões mais frias e busca de alimento,
há cerca de 100 mil anos, grupos humanos passaram a enfrentar temperaturas mais
baixas.
Se não descobríssemos as roupas, estaríamos até hoje
concentrados em regiões quentes, próximas aos trópicos.
A
ocupação dessas regiões permitiu a expansão da espécie humana, sua
multiplicação e diversificação.
A primeira explicação para o homem usar roupas parece óbvia: proteger-se do frio.
Vestir
roupas nos define como espécie, tanto quanto a capacidade de usar ferramentas,
de andar eretos ou de programar o videocassete.